segunda-feira, 1 de abril de 2013

Ottobook lança nova Cadeira de Rodas para usuários Ativos



Em evento realizado em São Paulo, que reuniu profissionais da área da saúde, representantes de instituições ligadas as pessoas com deficiência, a Ottobock lançou a cadeira de rodas Ventus – um produto criado pela empresa para atender especialmente as necessidades do consumidor brasileiro.
O principal negócio da Ottobock, tanto no Brasil como na América Latina, é o desenvolvimento de próteses e de componentes relativos. Mas, há três anos, a companhia iniciou projetos no segmento de cadeira de rodas e de lá para cá vem se aperfeiçoando no setor.
“Percebemos a oportunidade de trazer um produto de qualidade para o usuário de cadeira de rodas aqui no Brasil. Para tanto, avaliamos o mercado e que tipo de produtos e conceitos poderíamos trazer. A Ventus é o primeiro produto desenvolvido na matriz da Ottobock (na Alemanha) de acordo com as especificações do mercado brasileiro. Nós discutimos com terapeutas, com profissionais envolvidos nesse segmento e com usuários para saber qual era a demanda, o que já existia e o que estava faltando para atender melhor o consumidor brasileiro”, diz o Diretor da Ottobock para América Latina, Wilson Zampini.
A cadeira foi desenvolvida para atender, de forma mais adequada, o usuário ativo, que busca uma cadeira que proporciona mais agilidade para ele no dia-a-dia. “A partir daí surgiu a Ventus que esta chegando ao mercado para ser uma solução que se adequa a realidade brasileira também em termos de custo e ao mesmo tempo é uma cadeira com a mesma qualidade e durabilidade de um produto internacional. Com isso, temos a certeza de que a Ventus será uma alternativa para o usuário de cadeira de rodas e ao mesmo tempo irá contribuir com o mercado em geral, pois fará com que outros fabricantes de movimentem nessa direção.”
A cadeira de rodas Ventus é totalmente configurável, com peso estrutural abaixo de 8 Kg e um peso total de cerca de 11 Kg, para um tamanho 40x40cm. Além disso, 14 opções de cores estão disponíveis para a escolha do usuário. “As principais características dessa cadeira são funcionalidade, qualidade, opções e acessórios são divisores de água em seu segmento. Com a Ventus foi desenvolvida uma cadeira de rodas ativa, moderna, com equipamentos de qualidade máxima e com design atraente”, conclui o gerente comercial da Ottobock do Brasil, Ricardo Oliveira.



Caso queiram conhecer este produto mais de perto, faça-nos uma visita a:

FUBELLE PREMIUM
Rua Conceição, n. 242, Centro 
Campinas / SP,
Fones: (19) 2513-5118 e 2513-5346
site: www.ortopediafubelle.com.br
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Temos em várias medidas, em várias opções de cores e o melhor preço do mercado.


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

PRIMEIRO IMPLANTE DE PRÓTESE ROBÓTICA CONTROLADA PELO PENSAMENTO
















Os impulsos elétricos que vêm pelos nervos do paciente serão capturados por uma interface neural que os enviará através do implante de titânio, tornando o equipamento uma prótese biônica verdadeira. [Imagem: Integrum]



Muitos cérebros

Já está agendada a primeira cirurgia para implantar em um paciente um braço robótico controlado pelo pensamento.
O implante será feito até Janeiro na Universidade de Chalmers, na Suécia, pelo grupo do Dr. Max Ortiz Catalan.
A cirurgia será um marco longamente esperado de uma área tipicamente multidisciplinar que, além dos cirurgiões, reúne neurologistas, roboticistas, engenheiros de diversas especialidades, programadores de computador e matemáticos.
"Nossa tecnologia ajudará os amputados a controlar um membro artificial de forma muito parecida com o que eles faziam com sua mão ou braço naturais, usando os próprios nervos e músculos remanescentes," disse Catalan.



Prótese com controle neural

Desde os anos 1960 existem próteses controladas pelos impulsos elétricos dos músculos, mas a tecnologia de controle parece não ter progredido desde então.
Isto fez com que recentemente uma associação médica europeia lançou um manifesto afirmando que era inaceitável a qualidade atual das chamadas próteses robóticas:
O problema é que existem mãos e braços robóticos muito precisos e avançados, mas é muito difícil controlá-los, o que impede que elas virem próteses de fato e cheguem aos pacientes.
Por isso foi preciso esperar tanto tempo até que fosse possível receber diretamente os impulsos do cérebro.



Biomecatrônica

"Nós desenvolvemos uma nova interface bidirecional com o corpo humano, juntamente com um sistema de controle intuitivo e natural," disse Catalan.
Outra exigência para um funcionamento mais suave das próteses robóticas foi a osseointegração - em vez de ser conectada ao braço por um soquete, a prótese será ligada diretamente aos ossos do paciente por meio de um implante de titânio.
"A osseointegração é vital para o nosso sucesso. Nós agora estamos usando a tecnologia para conseguir um acesso permanente aos eletrodos que serão ligados diretamente aos nervos e músculos," explicou o pesquisador.
Atualmente, os eletrodos que captam os sinais elétricos são postos sobre a pele, o que altera os sinais conforme a pele se move ou o usuário transpira. O resultado é tão ruim que 50% dos pacientes que experimentam as atuais próteses robóticas desistem de usá-las.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Ultraman


Paratriatleta norte-americano vem ao Brasil para participar de ultramaratona realizada em trilhas no interior de São Paulo

O norte-americano Andre Kajlich, que perdeu as pernas em um acidente no metrô de Praga







O norte-americano Andre Kajlich, que perdeu as pernas em um acidente no metrô de Praga
RESUMO :

O paratriatleta norte-americano Andre Kajlich, 33, será o primeiro cadeirante a participar da ultramaratona em trilha Brazil 135, que tem um percurso de 217 quilômetros na serra da Mantiqueira e começa hoje em São João da Boa Vista (SP), e vai até domingo. Atropelado por um trem no metrô de Praga na manhã de 7 de dezembro de 2003, ele perdeu a perna esquerda e teve a direita amputada pouco acima do joelho.
Foi numa madrugada de dezembro de 2003, eu tinha 24 anos. Recebi meus amigos em casa, em Praga, onde eu estudava química. Fiz burritos para a turma e depois fomos para a balada, ficamos na rua a noite toda.
Finalmente nos despedimos, disse tchau para um amigo e acordei três semanas depois, em uma cama de um hospital, sem as duas pernas.
Ninguém sabe exatamente o que aconteceu. Eu tinha caído nos trilhos do metrô, o condutor me viu, mas não pôde fazer nada. Um trem inteiro passou por cima de mim.
Quando me tiraram dos trilhos, eu estava praticamente morto, sem pressão. Mesmo assim, eles foram capazes de me salvar. Quebrei um braço, várias costelas, tive os pulmões perfurados, o fígado foi atingido. Perdi toda a perna esquerda, não sobrou nada, e a direita foi amputada acima do joelho.
Antes do acidente, eu praticava esportes para me divertir. Gostava de futebol, golfe, esqui, snowboarding, windsurf. Adorava experimentar coisas novas.
Depois, fiz um trabalho de reabilitação e consegui voltar a ter vida social, estudar -completei o curso em Praga. Em 2008, já de volta aos EUA, me falaram do triatlo e eu participei de uma prova de revezamento. Foi muito bom sentir o coração batendo forte novamente. Fui em frente.
Eu não corro. Com esse nível de amputação, andar já é incrivelmente difícil. Correr, esqueça. No triatlo, não uso a prótese na natação, os braços fazem força e carregam o resto do corpo.
Em geral, nas competições bem organizadas, quando a gente sai da água há dois homens que nos pegam e colocam em uma cadeira de rodas comum. Com ela, vou até a área de transição e pego a bicicleta em que a gente "pedala" com as mãos. A terceira parte faço na cadeira de rodas de corrida.
Passei a treinar e consegui me classificar para competir no Ironman de Kona, no Havaí, o mais importante do mundo. São 3.800 m de natação, 180 km de bicicleta (no meu caso, bicicleta de mão) e uma maratona (42,145 km), na cadeira de rodas de corrida. Também participei do Mundial de triatlo, em Pequim. Fui prata.
Com as conquistas, hoje tenho alguns apoiadores. No início, eram só a família e os amigos. É tudo muito caro: só as próteses que uso custam mais de US$ 100 mil (mais de R$ 200 mil).
Eu ouvi falar da Brazil 135 em um programa de rádio, nos EUA, e fiquei curioso. Será minha primeira corrida em trilha, não sei o que pode acontecer. Fiz alguns treinos em montanhas nos EUA, em neve, gelo e barro, e me saí bem com essa cadeira especial que montamos.
Basicamente, as rodas de trás são de mountain bike e a roda da frente é de uma bicicleta infantil.
O que me preocupa são as montanhas. Há trechos curtos muito íngremes, em que a gente pode chegar ao esforço máximo e ficar exausto muito rapidamente. Talvez eu tenha de sair da cadeira e puxá-la nesses momentos...
É nesses grandes desafios, cheios de incertezas, que se aprende mais. Hoje vejo meu acidente de uma forma muito positiva, por causa das poderosas experiências de vida.

    terça-feira, 6 de novembro de 2012

    POR FORTALECER MÚSCULOS CERTOS, PILATES É UMA BOA OPÇÃO PARA AMPUTADOS



    Com aparelhos de design diferenciado e exercícios bem diversificados, o método Pilates é uma técnica eficaz para ajudar o corpo em fase de adaptação à nova condição.
    Após a colocação de prótese, o corpo amputado passa por um período de adaptação. Postura, força, flexibilidade e sensibilidade sofrem modificações, e o corpo precisa de uma reeducação. Nessa fase, a prática de atividade física e hábitos alimentares que favoreçam o fortalecimento dos músculos certos, são fundamentais.
    Nesse processo, uma opção que pode ser muito eficaz é a prática do método Pilates. Trata-se de uma técnica de exercícios globais que trabalham o corpo todo. Com apenas cinco treinos, as pessoas já notam mudanças no corpo. Com 30 aulas, o corpo todo já está modificado – para melhor.
    As informações são do fisioterapeuta e professor de Pilates Alexandre Moreira Mendonça, proprietário de uma academia especializada no método em Santo Amaro, São Paulo. Os aparelhos são adaptáveis e os exercícios trabalham todos os músculos do corpo.
    Ao fortalecer os músculos da coluna, o paciente evita ocorrência de lesões, problemas de coluna e dores. Com o corpo alinhado, o aluno de pilates também ganha alívio das tensões e melhor circulação sanguínea.
    Fonte: CMW

    Banco do Brasil financia próteses, órteses, cadeiras de rodas e vários produtos para pessoas com deficiência.



    Próteses, órteses, aparelhos auditivos, e elevadores adaptados para domicílios serão financiados pela linha BB Crédito Acessibilidade. Segundo, o Banco do Brasil (BB), a inclusão desses produtos "tem por objetivo viabilizar de forma plena o acesso das pessoas com deficiência aos equipamentos e serviços de tecnologia assistiva".
    De acordo com o banco, a lista de bens financiáveis está de acordo com portaria publicada no Diário Oficial da União, no último dia 25.

    A linha BB Crédito Acessibilidade cobra taxa de juros de 0,57% ao mês para quem recebe até cinco salários mínimos ou 0,64% mensais para aqueles que têm renda de cinco a dez salários mínimos. O financiamento pode ser de até 100% do valor do bem ou serviço, com limite de R$ 30 mil por pessoa e prestações debitadas diretamente na conta corrente.

     O prazo é de quatro a 60 meses e a primeira prestação pode ser paga em até 59 dias. 
    Com isso  o sonho de ter  uma cadeira de rodas de maior qualidade, uma cadeira motorizada ou uma prótese que possa oferecer um maior conforto de qualidade de vida pode se tornar realidade.