quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Mão Biônica Revolucionária faz o primeiro paciente amputado do mundo a ter seu sentido do tato restaurado


  • A mão biônica com um senso de 'feeling' foi testado em Roma, em um paciente pela primeira vez em um procedimento médico avanço
  • Dennis Sorensen da Dinamarca foi capaz de sentir a forma ea textura de objetos usando a mão do robô
  • "O feedback sensorial foi incrível", disse a 36-year-old
  • A tecnologia aumenta a possibilidade de restaurar artificialmente sentidos perdidos

Restaurar sentidos perdidos para amputados é algo que tem, até agora, só foi considerada como ficção científica.
Mas Dennis Sorensen da Dinamarca é a prova viva de que apêndices de trabalho pode restabelecer sentidos tão complicado como 'feeling'.
A tecnologia incrível, revelada pelo MailOnline no ano passado, é a primeira mão biônica que permite ao usuário sentir a sensação de toque que o dispositivo.
A 36-year-old foi equipado com o membro robótico, conhecido como Lifehand 2, em Roma, em 26 de janeiro de 2013, mas o avanço médico foi só agora compartilhada.

Dennis Sorensen da Dinamarca (à esquerda) se tornou o primeiro amputado a ser equipado com uma mão biônica (direita) que lhe permite sentir o que ele está tocando em um procedimento médico pioneiro

"O feedback sensorial foi incrível," disse o Sr. Sorensen, que passou um mês tentando sair da mão.
"Eu podia sentir coisas que eu não tinha sido capaz de sentir-se em mais de nove anos.
"Quando eu segurava um objeto, eu podia sentir se era macio ou duro, redondo ou quadrado.

Sr. Sorensen teve sua mão arrancada em uma véspera de Ano Novo acidente terrível fogo de artifício na casa de um vizinho, em Aalborg, na Dinamarca, onde ainda vive.
Desde então, ele estava usando uma prótese convencional, que detecta o movimento muscular no coto de seu braço, o que lhe permite abrir e fechar a mão e agarrar objetos.

"Quando eu segurava um objeto, eu podia sentir se era macio ou duro, redondo ou quadrado ' Dennis Sorensen

Mas, sem a informação sensorial que ele não pode sentir o que ele está tentando entender, o que torna difícil avaliar a quantidade de pressão necessária.
Ele agora tem de lidar com o desafio psicológico de ter re-experimentado uma sensação de toque apenas para perdê-lo novamente.
"Eu estava mais do que feliz em oferecer-se para o ensaio clínico, não só para mim, mas para ajudar outros amputados bem", disse ele.

A 36-year-old foram submetidos ao procedimento para ajustar o braço no Hospital Gemelli, em Roma, o primeiro procedimento médico como de seu tipo e um avanço em membros biônicos

Em um laboratório usando uma venda nos olhos e tampões Sr. Sorensen foi capaz de detectar a força do seu alcance, bem como a forma ea consistência dos diferentes objetos que ele pegou

O trabalho pioneiro foi realizado pelo Dr. Silvestro Micera e sua equipe da Escola Politécnica Federal de Lausanne, na Suíça.
Sr. Sorenson estava participando de um teste da tecnologia no Hospital Gemelli, em Romaconduzido pelos cientistas suíços e italianos que desenvolveram a mão protética experimental.
A mão artificial detecta informações sobre o toque através de sinais elétricos a partir de tendões artificiais que controlam o movimento do dedo.
Fios finos enviar os impulsos digitalmente refinados quatro eletrodos implantados no ulnar sensorial e nervos medianos do braço.
'Esta é a primeira vez em que neuroprosthetics feedback sensorial foi restaurado e usado por um amputado em tempo real para controlar um membro artificial ", disse o Dr. Silvestro Micera
Sr. Sorensen teve a mão montado em 26 de janeiro 2013, mas devido às regras de segurança clínicos julgamento, os eletrodos sensoriais teve que ser removido do seu braço depois de um mês.
No entanto, os cientistas acreditam que eles continuariam a funcionar sem danificar o sistema nervoso por muitos anos.
Os resultados do estudo, publicado na revista Science Translational Medicine, é o primeiro passo para uma verdadeira mão biônica que pode sentir, bem como movimento, dizem os cientistas.
No entanto, eles apontam que será anos antes de tal dispositivo se torna disponível no mercado.

COMO membros biônicos pode transformá-lo em super-herói

Um dispositivo robótico inventado por estudantes de engenharia da Universidade da Pensilvânia poderia ajudar seu portador levar um adicional de 40 libras (18 kg).
O braço do robô faria levantar uma mala pesada sentir tão fácil como levantar uma xícara de chá.
Titan Arm parece e soa como parte de uma fantasia de super-herói, mas seus criadores dizem que ele é projetado para as pessoas comuns - aqueles que precisam tanto de reabilitação física ou um pouco de músculo extra para o seu trabalho.
Em termos técnicos, o aparelho é um untethered, exoesqueleto parte superior do corpo, para o leigo, é essencialmente um braço cinta movido a bateria ligada a uma mochila.
Projeto custo-eficiente de Titã Arm ganhou os elogios da equipe e pelo menos US $ 75.000 (£ 45.580) em dinheiro.






quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Crianças indígenas viajam 4,4 mil km para receberem próteses de pernas

(Foto: Adriana Oliveira / Ortopedia Fubelle)

Meninos de 10 e 12 anos foram atacados por cobras no Vale do Javari, AM.

Eles foram atendidos por grupo de médicos voluntários de Campinas, SP.


Duas crianças indígenas percorreram 4,4 mil quilômetros, entre uma comunidade no Vale do Javari (AM) e Campinas (SP),
para receberem próteses de pernas doadas por uma empresa e conseguirem voltar a andar. Os meninos Natalino, de 10 anos, e Clebson, de 12, foram atacados por cobras no mês de julho e tiveram de sofrer amputações por causa da falta de atendimento médico adequado na região.

"Eu fiquei muito triste", lamentou o pai do garoto mais velho, Sebastião Marubo. A família vive em uma aldeia localizada a oito dias do hospital mais próximo. O dano poderia ter sido evitado, caso houvesse soro contra o veneno na comunidade. "É aquele em pó, que não precisa de geladeira. O Brasil tem a tecnologia para fazer, mas a argumentação é de que isso é caro", criticou o médico voluntário Ricardo Affonso Ferreira, que participa do grupo Expedicionários da Saúde.

Recuperação
Com as próteses, o profissional disse que as crianças poderão retomar à rotina, incluindo as brincadeiras. "Vão conseguir jogar, caçar, pescar e nadar", explicou Ferreira. Os recursos foram doados aos meninos por uma empresa, em parceria com a organização. "As próteses são reforçadas, diferenciadas para o habitat", explicou o gerente da instituição, Alexandre Lapenna.

No futuro, com o desenvolvimento dos corpos, Natalino e Clebson terão de receber novas próteses. Por enquanto, eles se preocupam somente com a adaptação e fisioterapia em Campinas, por até dez dias, antes de voltarem para casa. "Ele disse que vai querer chegar à aldeia, andar pelo mato", brincou Marubo ao traduzir o que o filho comentou à reportagem da EPTV, afiliada da TV Globo.

Por meio de nota, o Ministério da Saúde disse que equipes multidisciplinares de saúde indígena realizam "constantemente" visitas programadas às aldeias, nas quais são realizadas ações de atenção básica. Além disso, o governo afirmou que o soro antiofídico "também é ofertado durante essas visitas. Contudo, só pode ser administrado sob demanda e por profissionais da área de saúde".

Índios da Amazônia recebem próteses em clínica de Campinas (Foto: Pedro Santana/ EPTV)G1

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Cientistas desenvolvem prótese robótica para a perna controlada pelo cérebro


Sensores na prótese captam os impulsos nervosos enviados para a parte do membro que foi amputada e os utilizam para realizar os movimentos

Perna robótica: dispositivo capta impulsos nervosos enviados pelo cérebro para o membro e realiza o movimento mais parecido possível

Pesquisadores americanos estão testando uma nova prótese robótica para a perna. O dispositivo capta os impulsos cerebrais relacionados ao movimento do membro que foi amputado e os utiliza para movimentar o joelho e o tornozelo mecânicos, provocando um movimento mais natural. A "leitura" dos impulsos é feita por sensores que ficam na perna do usuário, recebendo as informações enviadas aos nervos responsáveis pela movimentação da região.

O primeiro paciente a testar o dispositivo é um homem de 31 anos que teve a perna amputada acima do joelho, após um acidente de motocicleta em 2009. Com a perna robótica, ele consegue andar e subir e descer escadas e rampas, sem precisar de nenhum tipo de controle.
O que permite que a perna se movimente de acordo com a vontade do usuário são os impulsos que o cérebro envia para controlar o membro – mesmo após a amputação. Os nervos que se ligavam à parte inferior da perna, que foi amputada, foram redirecionados para músculos saudáveis da coxa, em um processo denominado reinervação muscular dirigida. Assim, os sinais que o cérebro enviaria para o tornozelo, por exemplo, não se perdem. Por meio de eletromiografia, uma técnica que capta os impulsos elétricos dos músculos, a perna robótica recebe os sinais enviados pelo cérebro e realiza o movimento próximo do que a perna real executaria.
O estudo, liderado por Levi Hargrove, do Instituto de Reabilitação de Chicago, nos Estados Unidos, foi publicado na semana passada, no periódico New England Journal of Medicine. Os pesquisadores divulgaram ainda um vídeo, em que o paciente aparece utilizando a prótese. “Até onde temos conhecimento, esta é a primeira vez que sinais neurais foram usados para controlar uma prótese de joelho e tornozelo motorizada”, afirma o pesquisador.
Braços e pernas – Um sistema parecido tem sido utilizado em braços robóticos, mas no caso dos membros inferiores, o desafio é maior. Segundo Hargrove, a principal diferença é que pessoas que usam uma prótese robótica no braço não correm o risco de cair caso os sinais sejam lidos de forma incorreta. “A prótese para a perna precisa ser capaz de sustentar o peso da pessoa e gerar força suficiente para fazê-la subir escadas”, diz o pesquisador.
A prótese ainda apresenta algumas limitações. Os pesquisadores pretendem reduzir seu peso – que atualmente é de cerca de quatro quilos e meio – diminuir o barulho que ela faz e aumentar a duração da bateria, além de reduzir a taxa de erros de movimento.

Revista Veja - 02/10/2013




quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Etapa Final do XVI Campeonato Paulista de Basquete Sobre Rodas


No sábado, 28 de Setembro de 2013, foi realizado no Ginásio Romão de Souza, na Cidade de Jundiaí – SP, a Etapa Final do XVI Campeonato Paulista de Basquete Sobre Rodas, no qual contamos com a participação de 8 equipes totalizando 160 pessoas entre atletas e comissão técnica.
Estiveram presentes na Cerimônia de Encerramento a Sra. Naise Pedrosa (Presidente da Confederação Brasileira de Basquete em Cadeira de Rodas), Sra. Maria de Fatima (ex técnica da Seleção Brasileira), o Sr. João Guilherme, representando a Secretaria Adjunta de Esportes de Jundiaí e o Sr. Alexandre Oliveira (Gerente da Fubelle Premium – patrocinador da etapa final).
O evento iniciou-se as 9h00 com a disputa de 3º lugar da Segunda Divisão, no qual a Equipe do CPSP de São Paulo venceu o GAADIN de Indaiatuba por 55 x 43. O Segundo jogo as 11h00,  foi entre as equipes Magic Hands e CAD SP que disputaram entre sim quem ficaria na terceira colocação da Primeira Divisão e dessa vez quem se saiu melhor foi o Magic Hands 63 X 43 CADSP.
As 13h00 com o  jogo mais emocionante do dia, muito disputado do começo ao fim, foi entre as equipes AAPP (Piracicaba) e ADAPP (Presidente Prudente), Sagrando-se Campeã da Segunda divisão  a equipe de Presidente Prudente que venceu Piracicaba por 53 x 42.
E o Campeão da Primeira divisão foi  o CAD de São José do Rio Preto que venceu a equipe ÁGUIAS/GLAMURAMA por 70 x 48, sendo assim o CAD RP sagre-se Tri-Campeão do Campeonato Paulista.
Os cestinhas da competição foram Tercio Garcia (ADAPP – Presidente Prudente) com 211 pontos no geral – Segunda Divisão e Luciano Felipe Silva (AGUIAS/Glamurama) – Primeira Divisão com 325 pontos no total.
A Federação Paulista de Basquete Sobre Rodas, agradece a todos os participantes e principalmente ao público que esteve presente durante todo evento, estiva-se que no jogo final as 15h00, estiveram presentes no ginásio cerca de 800 pessoas que torceram e se emocionaram com nossos atletas paralímpicos.




quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Novo Joelho POWER KNEE - OSSUR


Único joelho movido por um motor, o POWER KNEE realmente está em uma singular.


- Fornece fases de apoio e balanço motorizado para subsitituir a função muscular perdida.

- Em fase de apoio oferece estabilidade sem precedentes.

- Em fase de apoio reduz a fadiga no lado bom quando em pé e permite subida de escadas em degraus alternados.

- Em fase de balanço possibilita um caminhar mais natural, reduz esforços e previne tropeços.

- Usuários de alta atividade com grande perda funiconal dizem que o POWER KNEE restaura a resistência e, assim, ele pode ir mais longe.

- POWER KNEE tem demonstrado significativa redução no tempo de reabilitação em casos de amputados transfemorais recentes.


OBS: Compatível com uma grande variedade de pés FLEX-FOOT


Especificações Técnicas

- Peso máximo do paciente: 165 Kg
- Peso líquido: 2,7kg sem bateria
- Peso da bateria: 0,49 Kg
- Altura: 275 mm
- Autonomia da bateria: 10-13 horas


Outras Informações

- O Kit do POWER KNEE inclui: 2 baterias recarregáveis e um carregador


Garantia / Serviço

- 36 meses de garantia para o joelho e o carregador e 12 meses para as baterias.
- Inclui uma revisão aos 20 meses.


MAIORES INFORMAÇÕES SOBRE ESTE PRODUTO: 

- Ligue (19)3231-1318 / 3231-9746 / 3236-7676;


- E-mail: ortopediafubelle@terra.com.br


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segunda-feira, 24 de junho de 2013

DARPA desenvolve mão robótica como a de Luke Skywalker


Pessoas que perderam seus membros, como braços e pernas, podem um dia recuperar a sensação real de encostar em objetos, graças à DARPA e pesquisadores da Case Western University. Eles criaram o que antes só existia em filmes de ficção científica: uma tecnologia que pode devolver a capacidade de sentir, utilizando o que está sendo chamado de Flat Interface Nerve Electrode (FINE).
RE-NET, programa no qual esta tecnologia foi desenvolvida, estuda a longevidade e viabilidade de interfaces neurais conectadas diretamente ao cérebro. Este eletrodo provê a resposta sensorial direta, por ficar ligado aos nervos reais que permaneceram intactos no membro do paciente.
Então, em vez de depender de um feedback visual, como acontece nas próteses convencionais, tudo o que a pessoa precisa é simplesmente sentir ou tocar o objeto em questão. Em outras palavras, o usuário recebe os impulsos elétricos que os sensores do braço robótico registram ao entrar em contato com qualquer superfície. Para o cérebro, trata-se de uma mão de verdade.
Soa familiar certo? Eu disse. É praticamente a mesma coisa que aconteceu com Luke no Episódio V, quando ele recebeu uma mão biônica.
“Com o programa RE-NET a DARPA assume a missão de dar aos veteranos que foram feridos nas guerras as próteses mais avançadas que nossa tecnologia pode criar” – disse Jack Judy, coordenador do estudo. E completa: “Esperamos que estas habilidades de controle e resposta sensorial possam aumentar e que isso se torne algo amplamente disponível no futuro.”
Vale lembrar que existem vários projetos relacionados à próteses assim, alguns até bem avançados, mas nenhum tinha conseguido devolver a sensibilidade com este nível de precisão.
Veja abaixo um vídeo publicado hoje, que mostra os testes com o braço robótico:
De qualquer forma, o grupo deixou claro que vai continuar a avaliar este tipo de programa somente até 2016. Vamos esperar que uma solução comercial seja criada antes disso.